Antigas linhas de rocha criadas pela cultura enigmática de Paracas são anteriores aos geoglifos de Nazca

Antigas linhas de rocha criadas pela cultura enigmática de Paracas são anteriores aos geoglifos de Nazca


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Um novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, revelou a descoberta de um complexo conjunto de geoglifos construídos pelo misterioso povo Paracas do Peru. As características arquitetônicas, que datam de 2.300 anos, foram encontradas alinhadas ao pôr do sol durante o solstício de inverno, e acredita-se que foram criadas para marcar montes cerimoniais e locais residenciais, de acordo com um novo relatório da Live Science.

A cultura Paracas foi uma das primeiras civilizações colonizadas do Vale Chincha, localizado 200 quilômetros ao sul de Lima, uma das maiores e mais produtivas regiões costeiras do sul do Peru. A civilização Paracas surgiu por volta de 800 aC, anterior à Nazca, que surgiu por volta de 100 aC. Enquanto os Nazca são famosos por seus incríveis geoglifos gravados na paisagem ao longo de incríveis 450 quilômetros quadrados, os Paracas são bem conhecidos pela grande coleção de crânios, o que mostrou que pelo menos parte de sua população tinha crânios significativamente alongados, conforme retratado em a representação artística acima.

As famosas linhas de Nazca, que datam de 200 aC a 500 dC. Fonte da foto: Wikimedia

De acordo com Charles Stanish, diretor do Instituto Cotsen de Arqueologia da Universidade da Califórnia, as linhas e montes recém-descobertos na paisagem peruana datam de cerca de 300 aC, tornando-os ainda mais antigos do que as linhas de Nazca. No total, Stanish e sua equipe encontraram 71 linhas ou segmentos de geoglifos, 353 marcos rochosos, rochas formando círculos ou retângulos, dois montes em forma de U e um ponto no qual uma série de linhas convergiram em um círculo de raios.

Uma vista de duas linhas de rocha que marcam o solstício de junho. Crédito: Charles Stanish

Muitas das características arqueológicas foram encontradas com alinhamentos astronômicos. Por exemplo, algumas linhas marcavam o local onde o sol teria se posto durante o solstício de junho, e os dois montes em forma de U e um monte de plataforma maior também alinhados ao solstício. Os pesquisadores sugeriram que as linhas e montes provavelmente serviram como uma forma de marcar o tempo durante os festivais. “Eu não acho que as pessoas precisavam das placas de sinalização, mas era mais uma coisa ritualizada”, disse Stanish. Ele acrescentou que as linhas também podem ter sido utilizadas para atrair comerciantes e compradores do litoral e da cordilheira dos Andes.

Marcadores colocados ao longo de uma das linhas de Paracas na véspera do solstício de junho de 2013. Crédito: Charles Stanish

Embora muitas das linhas tenham alinhamentos astronômicos, algumas outras apontam para lugares especiais na paisagem, como algumas das antigas pirâmides da região. A equipe de pesquisa, portanto, levanta a hipótese de que as linhas serviram a diversos propósitos - algumas parecem marcar o tempo, outras podem atrair participantes para participar de eventos sociais e ainda outras apontam o caminho para estruturas sagradas.

"As linhas são efetivamente uma tecnologia social", disse Stanish. "Eles estão usando para certos fins. Algumas pessoas disseram que as linhas apontam montanhas sagradas. Claro, por que não? As linhas [podem] apontar pirâmides sagradas. Por que não? As linhas [também] poderiam ser usadas para apontar procissões ", disse Stanish sobre as linhas de Nazca e do Peru.

Os autores do estudo disseram que o estudo é significativo porque lançou uma nova luz sobre a enigmática cultura ancestral dos Paracas. “Unidades sociais, trabalho e períodos astronomicamente significativos se combinam, atraindo participantes para eventos cíclicos na zona do midvalley. Este estudo de caso refina nossa compreensão dos processos de evolução social humana antes do desenvolvimento de estados arcaicos. ”

Imagem destacada: Representações artísticas do povo Paracas. Crédito: Marcia K. Moore


Dez geoglifos incríveis e misteriosos do mundo antigo

No entanto, espalhados por todo o mundo estão milhares de outros geoglifos que são igualmente impressionantes. As esculturas de terra continuam sendo um dos maiores mistérios da arqueologia. Apesar da abundância de pesquisas sobre essas criações incríveis, o propósito dos geoglifos continua a iludir os pesquisadores e permanece uma questão de conjectura. Alguns cientistas acreditam que eles estão ligados aos céus, representando constelações no céu noturno. Outros especialistas acreditam que as linhas desempenharam um papel na peregrinação, com alguém caminhando por elas para chegar a um lugar sagrado. Outra ideia é que as linhas estão conectadas com água, algo vital para a vida, mas difícil de conseguir no deserto. Aqui, examinamos dez geoglifos atraentes de todo o planeta.

Localizados na árida planície costeira do Peru, cerca de 400 km ao sul de Lima, os geoglifos de Nazca cobrem incríveis 450 km2. Eles estão entre os maiores enigmas da arqueologia por causa de sua quantidade, natureza, tamanho e continuidade. Os geoglifos representam criaturas vivas, plantas estilizadas e seres imaginários, bem como figuras geométricas de vários quilômetros de comprimento. A característica surpreendente dos geoglifos de Nazca é que eles só podem ser realmente apreciados do ar, levantando questões sobre como e por que foram criados. As linhas de Nazca chegam aos milhares e a grande maioria delas data de 200 aC a 500 dC, época em que um povo conhecido como Nazca habitava a região. As primeiras linhas, criadas com pedras empilhadas, datam de 500 AC. Embora as linhas possam de fato ser vistas do solo, não há nada remotamente empolgante em vê-las dessa perspectiva. No entanto, do ar, sua verdadeira beleza e as maravilhas de sua criação podem ser percebidas. Apesar da abundância de pesquisas sobre essas criações incríveis, o propósito das linhas continua a iludir os pesquisadores e permanece uma questão de conjectura. Alguns cientistas acreditam que eles estão ligados aos céus, com alguns representando constelações no céu noturno. No entanto, pesquisas descobriram que existem tantas linhas não relacionadas a constelações quanto aquelas que o são, o que significa que essa teoria não pode fornecer uma explicação completa. Outros especialistas acreditam que as linhas desempenharam um papel na peregrinação, com alguém caminhando por elas para chegar a um lugar sagrado como Cahuachi e suas pirâmides de adobe. Outra ideia é que as linhas estão conectadas com água, algo vital para a vida, mas difícil de conseguir no deserto, e pode ter desempenhado um papel em rituais baseados na água. No entanto, o fato de as linhas permanecerem enigmáticas tem promovido teóricos alternativos a apresentar ideias sobre comunicação extraterrestre ou "mensagens aos deuses".

Os geoglifos do Deserto de Atacama na América do Sul são menos familiares do que as mundialmente conhecidas linhas de Nazca, mas eles são muito mais numerosos em número, mais variados em estilo e cobrem uma área muito maior. Um dos mais intrigantes e controversos geoglifos do deserto de Atacama é o chamado Gigante de Atacama, que continua a despertar o debate sobre seu verdadeiro significado e interpretação. O Gigante de Atacama é um geoglifo antropomórfico de 119 metros de altura, o que o torna o maior geoglifo conhecido no mundo. É caracterizada por uma cabeça quadrada e pernas longas altamente estilizadas. Quatro linhas podem ser vistas saindo do topo da cabeça do gigante, bem como em cada lado de sua cabeça. Não faltaram explicações e teorias para explicar as estranhas características desse enorme geoglifo. De acordo com uma interpretação, era uma espécie de calendário astronômico que indicava o movimento da lua. Com esse conhecimento, diz-se que o dia, o ciclo da cultura e as estações do ano podem ser calculados. Outra interpretação sustenta que o Gigante de Atacama representa uma divindade cultuada pela população local. Outras teorias sugerem visitas extraterrestres, marcação de uma rota de peregrinação, ou que reflete um antigo tipo de linguagem. Embora a função dos geoglifos do Deserto do Atacama ainda permaneça um mistério, é inegável que eles tiveram grande importância para as pessoas que viviam na região. Espera-se que os geoglifos sejam preservados para as gerações futuras e que novas pesquisas possam um dia descobrir seus segredos.

Os arqueólogos estão chamando-as de linhas de Nazca do Cazaquistão - mais de 50 geoglifos gigantes formados com montes de terra e madeira encontrados espalhados pela paisagem no norte do Cazaquistão. Eles são projetados em uma variedade de formas geométricas, incluindo cruzes, quadrados, anéis e até mesmo uma suástica, um símbolo antigo que está em uso há pelo menos 12.000 anos. Os geoglifos, que são muito difíceis de ver no solo, foram vistos pela primeira vez no Google Earth. Desde então, uma equipe de arqueólogos do Cazaquistão e da Lituânia, investigou as estruturas gigantes usando fotografia aérea e radar de penetração no solo. Seus resultados revelaram uma grande variedade de formas variando de 90 a 400 metros de diâmetro, a maioria feita de montes de terra, mas uma - a suástica - foi feita de madeira. Os pesquisadores ainda não dataram as estruturas, mas suas características sugerem que elas têm cerca de 2.000 anos. “A partir de hoje, podemos dizer apenas uma coisa - os geoglifos foram construídos por povos antigos. Por quem e com que propósito, permanece um mistério ”, disse os arqueólogos Irina Shevnina e Andrew Logvin, da Universidade Kostanay, em um e-mail para a Live Science.

Um estudo recente publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, revelou a descoberta de um complexo conjunto de geoglifos construídos pelo misterioso povo Paracas do Peru. As características arqueológicas, que datam de 2.300 anos, foram encontradas alinhadas ao pôr do sol durante o solstício de inverno, e acredita-se que tenham sido criadas para marcar montes cerimoniais e locais residenciais. Charles Stanish, o diretor do Instituto Cotsen de Arqueologia da Universidade da Califórnia, e sua equipe encontraram 71 linhas ou segmentos de geoglifos, 353 marcos rochosos, rochas formando círculos ou retângulos, dois montes em forma de U e um ponto em que um série de linhas convergiram em um círculo de raios. Muitas das características arqueológicas foram encontradas com alinhamentos astronômicos, outras apontam para lugares especiais na paisagem, como algumas das antigas pirâmides da região. A equipe de pesquisa formulou a hipótese de que as linhas serviam a diversos propósitos - algumas parecem ter marcado o tempo, outras podem ter atraído participantes para eventos importantes, e ainda outras podem ter apontado o caminho para estruturas sagradas.

Estendendo-se da Síria à Arábia Saudita, milhares de geoglifos antigos construídos com pedras se estendem pelas planícies desérticas. Conhecidas como “obras de velhos”, algumas apresentam uma estrutura semelhante a uma pipa, enquanto outras apresentam designs semelhantes a rodas. Semelhante às Linhas de Nazca do Peru, elas vêm em uma grande variedade de formas e tamanhos, com muita diversidade entre as estruturas. Os geoglifos são virtualmente invisíveis para quem está no solo, mas podem ser facilmente discernidos por quem está voando acima. Os beduínos locais referem-se a eles como “obras de velhos”, mas não foram capazes de fornecer mais informações sobre seus criadores.

Algumas das estruturas circulares contêm dois raios que formam uma barra apontando na mesma direção em que o sol nasce e se põe, enquanto outras contêm raios que parecem não ter nenhum significado astrológico. Acredita-se que um tipo de estrutura, denominado “pipa”, era realmente usado como parte de um sistema de caça. As longas paredes de pedra formam uma ampla área aberta, que então afunila em uma área fechada menor. Os animais selvagens se afunilavam da área maior através do pescoço para a área estreita que era chamada de "chão da morte". Isso tornaria mais fácil caçar animais selvagens, já que seus movimentos seriam limitados quando chegassem ao local de matança. Existem cerca de 2.000 estruturas de pipas nos desertos da Síria, Jordânia, Sul de Israel e Arábia Saudita, ilustrando que esse método de caça deve ter sido amplamente utilizado.

Geoglifo wari semelhante às linhas de Nazca encontradas no Peru

Arqueólogos que realizaram escavações recentemente em Arequipa, no sul do Peru, ficaram surpresos ao encontrar um grande geoglifo que lembra as famosas linhas de Nazca. O enorme geoglifo é o primeiro de seu tipo descoberto na região. Tem sido associada à cultura pré-Inca Wari (1200-1300 DC), embora não esteja claro como os pesquisadores chegaram a essa conclusão. O geoglifo, que mede 60 metros por 40 metros, consiste em uma grande imagem retangular com formas geométricas e linhas dentro dela. Se de fato o geoglifo recém-descoberto foi criado pelo povo Wari, a descoberta pode servir para lançar uma nova luz sobre suas práticas culturais, que podem ter sido influenciadas pelo povo Nazca. A civilização Wari (espanhol: Huari) floresceu por volta de 600 DC nas montanhas andinas e forjou uma sociedade complexa amplamente considerada hoje como o primeiro império do antigo Peru. Sua capital andina, Huari, se tornou uma das maiores cidades do mundo da época. Relativamente pouco se sabe sobre os Wari porque nenhum registro escrito permanece, embora milhares de sítios arqueológicos revelem muito sobre suas vidas.

Uma pesquisa recente revelou que um enorme geoglifo de um alce nos Montes Urais, na Rússia, está entre os exemplos mais antigos de land art no mundo, datando de cerca de 6.000 anos. O alce mede aproximadamente 275 metros (900 pés) de comprimento (em seu ponto mais longo) e era formado por valas de 30 centímetros (12 polegadas) de profundidade e entre 4,5 metros (15 pés) e 10 metros (32 pés) de largura. As valas foram cavadas e, em seguida, preenchidas com pedras, com pedras maiores geralmente colocadas ao longo das bordas e pedras menores usadas para preencher o meio. Os cascos dos alces foram preenchidos com uma mistura de argila e pedras trituradas. Uma análise das ferramentas de pedra encontradas no local revelou um estilo de redução lítica que corresponde ao período entre 3.000 e 4.000 aC. Talvez uma das descobertas mais interessantes a emergir de trabalhos de escavação recentes no local, é que um exame de mais de 150 ferramentas encontradas em torno do geoglifo sugere que crianças estiveram envolvidas em sua construção, assim como adultos. “Mas não era um tipo de trabalho escravo de crianças”, disse Stanislav Grigoryev, pesquisador sênior do Instituto de História e Arqueologia de Chelyabinsk. “Eles se envolveram para compartilhar valores comuns, para unir algo importante para todas as pessoas.”

Enormes círculos de pedra no Oriente Médio foram fotografados do ar, mas os pesquisadores permanecem intrigados sobre por que eles existem e quem os fez. Onze grandes círculos pontilham a paisagem da Jordânia e da Síria. Eles datam de pelo menos 2.000 anos, mas podem até ser pré-históricos, criados em uma época anterior à invenção da escrita. Os geoglifos são muito grandes, alguns deles com aproximadamente 1.300 pés de diâmetro, e são compostos de paredes curtas de pedra construídas com rochas locais. Os pesquisadores dizem que os círculos teriam requerido algum planejamento, já que muitos dos círculos são muito precisos. Era provável que houvesse algum tipo de “arquiteto” para chefiar cada projeto. Os pesquisadores questionam se os círculos foram usados ​​para manter rebanhos de animais, ou podem ter sido áreas de sepultamento, mas até agora nenhum vestígio contemporâneo - ou qualquer uso prático óbvio - foi recuperado ou recolhido dos locais. Milhares de outras estruturas antigas foram encontradas em todo o Oriente Médio, como rodas, paredes, pendentes (linhas de e para os marcos de cemitério) e pipas (paredes de pedra usadas para conduzir animais para áreas de abate). Muito parecido com as enigmáticas linhas Nasca do Peru & # 8211 geoglifos gigantes a meio mundo de distância da Jordânia & # 8211, as intenções dos construtores e o propósito dos projetos permanecem, por enquanto, um mistério muito desconcertante.

No oeste da Bolívia, milhares e milhares de caminhos perfeitamente retos estão gravados no solo, criando uma visão incrível. Essas linhas foram gravadas no solo durante um período de 3.000 anos por indígenas que viviam perto do vulcão Sajama. Não se sabe exatamente quando ou por que eles foram construídos, e é difícil imaginar como a construção de algo de tal magnitude poderia ser anterior à tecnologia moderna. As linhas de Sajama cobrem uma área de aproximadamente 22.525 quilômetros quadrados, ou 8.700 milhas quadradas. São linhas perfeitamente retas, formadas em uma teia ou rede. Cada linha individual tem de 1 a 3 metros ou de 3 a 10 pés de largura. As linhas mais longas medem 20 quilômetros ou 12 milhas de comprimento. A criação dessas linhas sem o auxílio de tecnologia moderna é uma maravilha. Eles foram gravados no solo raspando a vegetação para o lado e removendo o material escuro da superfície consistindo de solo e rocha oxidada, para revelar uma luz subsuperficial. A precisão das linhas do Sajama é notável. Embora muitas dessas linhas sagradas se estendam por até dez ou vinte quilômetros (e talvez mais), todas parecem manter uma retidão notável, apesar da topografia acidentada e dos obstáculos naturais. Alguns acreditam que os indígenas usavam as linhas como uma ferramenta de navegação durante as peregrinações sagradas. Wak & # 8217as (santuários), chullpas (torres funerárias) e aldeias são intercaladas entre as linhas, criando uma paisagem cultural.

O Candelabro de Paracas é um geoglifo pré-histórico encontrado na Península de Paracas na Baía de Pisco, Peru. Com uma aparência grande e semelhante a um ramo, o propósito e o significado do Candelabro permanecem desconhecidos. O Candelabro de Paracas é estimado em aproximadamente 595 - 800 pés de altura e pode ser visto a uma distância de até 12 milhas no mar. O geoglifo foi criado cortando 60 centímetros de profundidade no solo endurecido, com pedras colocadas ao redor da figura. A forma do geoglifo é misteriosa e um tanto difícil de descrever. Alguns o compararam a um cacto, enquanto outros acreditam que se parece mais com um castiçal de três braços, daí o nome "candelabro". O significado e o propósito dos Candelabros de Paracas são desconhecidos até hoje. Os conquistadores supostamente acreditavam que o geoglifo representa a Santíssima Trindade, e tomaram isso como um bom presságio e um sinal de que eles deveriam prosseguir com sua busca para conquistar e cristianizar os locais, embora nenhum registro histórico claro autentique essa afirmação. Alguns acreditam que o Candelabro de Paracas é a representação de uma planta alucinógena chamada erva daninha Jimson, enquanto outros sugeriram que o geoglifo representa um pára-raios do deus Viracocha, que foi o grande deus criador na mitologia pré-inca e inca na região dos Andes da América do Sul. O verdadeiro significado e propósito dos Candelabros de Paracas permanecem indefinidos até hoje e podem estar para sempre perdidos na história. No entanto, o enorme geoglifo continua a atrair pessoas de todo o mundo que se maravilham com seu tamanho e se perguntam sobre sua origem e criação.


10 geoglifos misteriosos do mundo antigo

Os geoglifos mais conhecidos do mundo são, sem dúvida, as Linhas de Nazca da costa do Peru. No entanto, espalhados por todo o mundo estão milhares de outros geoglifos que são igualmente impressionantes.

As esculturas de terra continuam sendo um dos maiores mistérios da arqueologia. Apesar da abundância de pesquisas sobre essas criações incríveis, o propósito dos geoglifos continua a iludir os pesquisadores e permanece uma questão de conjectura.

Alguns cientistas acreditam que eles estão ligados aos céus, representando constelações no céu noturno. Outros especialistas acreditam que as linhas desempenharam um papel na peregrinação, com alguém caminhando por elas para chegar a um lugar sagrado.

Outra ideia é que as linhas estão conectadas com água, algo vital para a vida, mas difícil de conseguir no deserto. Aqui, examinamos dez geoglifos atraentes de todo o planeta.


10. As enigmáticas linhas de Nazca do Peru

Localizados na árida planície costeira do Peru, cerca de 400 km ao sul de Lima, os geoglifos de Nazca cobrem incríveis 450 km2. Eles estão entre os maiores enigmas da arqueologia por causa de sua quantidade, natureza, tamanho e continuidade.

Os geoglifos representam criaturas vivas, plantas estilizadas e seres imaginários, bem como figuras geométricas de vários quilômetros de comprimento. A característica surpreendente dos geoglifos de Nazca é que eles só podem ser realmente apreciados do ar, levantando questões sobre como e por que foram criados.

As linhas de Nazca chegam aos milhares e a grande maioria delas data de 200 aC a 500 dC, época em que um povo conhecido como Nazca habitava a região. As primeiras linhas, criadas com pedras empilhadas, datam de 500 AC.

Embora as linhas possam de fato ser vistas do solo, não há nada remotamente empolgante em vê-las dessa perspectiva. No entanto, do ar, sua verdadeira beleza e as maravilhas de sua criação podem ser percebidas. Apesar da abundância de pesquisas sobre essas criações incríveis, o propósito das linhas continua a iludir os pesquisadores e permanece uma questão de conjectura.

Alguns cientistas acreditam que eles estão ligados aos céus, com alguns representando constelações no céu noturno. No entanto, pesquisas descobriram que existem tantas linhas não relacionadas a constelações quanto aquelas que o são, o que significa que essa teoria não pode fornecer uma explicação completa.

Outros especialistas acreditam que as linhas desempenharam um papel na peregrinação, com alguém caminhando por elas para chegar a um lugar sagrado como Cahuachi e suas pirâmides de adobe.

Outra ideia é que as linhas estão conectadas com água, algo vital para a vida, mas difícil de conseguir no deserto, e pode ter desempenhado um papel em rituais baseados na água. No entanto, o fato de as linhas permanecerem enigmáticas tem promovido teóricos alternativos a apresentar ideias sobre comunicação extraterrestre ou "mensagens aos deuses".

9. O enigmático caso do Gigante do Atacama

Os geoglifos do Deserto de Atacama na América do Sul são menos familiares do que as mundialmente conhecidas linhas de Nazca, mas eles são muito mais numerosos em número, mais variados em estilo e cobrem uma área muito maior. Um dos mais intrigantes e controversos geoglifos do deserto de Atacama é o chamado Gigante de Atacama, que continua a despertar o debate sobre seu verdadeiro significado e interpretação.

O Gigante de Atacama é um geoglifo antropomórfico de 119 metros de altura, o que o torna o maior geoglifo conhecido no mundo. É caracterizada por uma cabeça quadrada e pernas longas altamente estilizadas. Quatro linhas podem ser vistas saindo do topo da cabeça do gigante, bem como em cada lado de sua cabeça.

Não faltaram explicações e teorias para explicar as estranhas características desse enorme geoglifo. De acordo com uma interpretação, era uma espécie de calendário astronômico que indicava o movimento da lua. Com esse conhecimento, diz-se que o dia, o ciclo da cultura e as estações do ano podem ser calculados.

Outra interpretação sustenta que o Gigante de Atacama representa uma divindade cultuada pela população local. Outras teorias sugerem visitações extraterrestres, marcação de uma rota de peregrinação, ou que reflete um antigo tipo de linguagem.

Embora a função dos geoglifos do Deserto do Atacama ainda permaneça um mistério, é inegável que eles tiveram grande importância para as pessoas que viviam na região. Espera-se que os geoglifos sejam preservados para as gerações futuras e que novas pesquisas possam um dia descobrir seus segredos.

8. Mais de 50 geoglifos antigos, incluindo suástica, descobertos no Cazaquistão

Os arqueólogos estão chamando-as de linhas de Nazca do Cazaquistão - mais de 50 geoglifos gigantes formados com montes de terra e madeira encontrados espalhados pela paisagem no norte do Cazaquistão. Eles são projetados em uma variedade de formas geométricas, incluindo cruzes, quadrados, anéis e até mesmo uma suástica, um símbolo antigo que está em uso há pelo menos 12.000 anos.

Os geoglifos, que são muito difíceis de ver no solo, foram vistos pela primeira vez no Google Earth. Desde então, uma equipe de arqueólogos do Cazaquistão e da Lituânia, investigou as estruturas gigantes usando fotografia aérea e radar de penetração no solo.

Seus resultados revelaram uma grande variedade de formas variando de 90 a 400 metros de diâmetro, a maioria feita de montes de terra, mas uma - a suástica - foi feita de madeira. Os pesquisadores ainda não dataram as estruturas, mas suas características sugerem que elas têm cerca de 2.000 anos.

“A partir de hoje, podemos dizer apenas uma coisa - os geoglifos foram construídos por povos antigos. Por quem e com que propósito, permanece um mistério ”, disse os arqueólogos Irina Shevnina e Andrew Logvin, da Universidade Kostanay, em um e-mail para a Live Science.

7. Antigas linhas de rocha criadas pela cultura enigmática de Paracas são anteriores aos geoglifos de Nazca

Um estudo recente publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, revelou a descoberta de um complexo conjunto de geoglifos construídos pelo misterioso povo Paracas do Peru.

As características arqueológicas, que datam de 2.300 anos, foram encontradas alinhadas ao pôr do sol durante o solstício de inverno, e acredita-se que tenham sido criadas para marcar montes cerimoniais e locais residenciais.

Charles Stanish, o diretor do Instituto Cotsen de Arqueologia da Universidade da Califórnia, e sua equipe encontraram 71 linhas ou segmentos de geoglifos, 353 marcos rochosos, rochas formando círculos ou retângulos, dois montes em forma de U e um ponto em que um série de linhas convergiram em um círculo de raios.

Muitas das características arqueológicas foram encontradas com alinhamentos astronômicos, outras apontam para lugares especiais na paisagem, como algumas das antigas pirâmides da região.

A equipe de pesquisa formulou a hipótese de que as linhas serviam a diversos propósitos - algumas parecem ter marcado o tempo, outras podem ter atraído participantes para eventos importantes, e ainda outras podem ter apontado o caminho para estruturas sagradas.

6. As "Obras dos Velhos": Geoglifos do Oriente Médio

Estendendo-se da Síria à Arábia Saudita, milhares de geoglifos antigos construídos com pedras se estendem pelas planícies desérticas. Conhecidas como “obras de velhos”, algumas apresentam uma estrutura semelhante a uma pipa, enquanto outras apresentam designs semelhantes a rodas.

Semelhante às Linhas de Nazca do Peru, elas vêm em uma grande variedade de formas e tamanhos, com muita diversidade entre as estruturas. Os geoglifos são virtualmente invisíveis para quem está no solo, mas podem ser facilmente discernidos por quem está voando acima.

Os beduínos locais referem-se a eles como “obras de velhos”, mas não foram capazes de fornecer mais informações sobre seus criadores.

Algumas das estruturas circulares contêm dois raios que formam uma barra apontando na mesma direção em que o sol nasce e se põe, enquanto outras contêm raios que parecem não ter nenhum significado astrológico. Acredita-se que um tipo de estrutura, denominado “pipa”, era realmente usado como parte de um sistema de caça.

As longas paredes de pedra formam uma ampla área aberta, que então afunila em uma área menor e fechada. Os animais selvagens se afunilavam da área maior através do pescoço para a área estreita que era chamada de "chão da morte".

Isso tornaria mais fácil caçar animais selvagens, já que seus movimentos seriam limitados quando chegassem ao local de matança. Existem cerca de 2.000 estruturas de pipas nos desertos da Síria, Jordânia, Sul de Israel e Arábia Saudita, ilustrando que esse método de caça deve ter sido amplamente utilizado.

5. Geoglifo Wari semelhante às linhas de Nazca encontradas no Peru

Arqueólogos que realizaram escavações recentemente em Arequipa, no sul do Peru, ficaram surpresos ao encontrar um grande geoglifo que lembra as famosas linhas de Nazca. O enorme geoglifo é o primeiro de seu tipo descoberto na região.

Tem sido associada à cultura pré-Inca Wari (1200-1300 DC), embora não esteja claro como os pesquisadores chegaram a essa conclusão. O geoglifo, que mede 60 metros por 40 metros, consiste em uma grande imagem retangular com formas geométricas e linhas dentro dela.

Se de fato o geoglifo recém-descoberto foi criado pelo povo Wari, a descoberta pode servir para lançar uma nova luz sobre suas práticas culturais, que podem ter sido influenciadas pelo povo Nazca. A civilização Wari (espanhol: Huari) floresceu por volta de 600 DC nas montanhas andinas e forjou uma sociedade complexa amplamente considerada hoje como o primeiro império do antigo Peru.

Sua capital andina, Huari, se tornou uma das maiores cidades do mundo da época. Relativamente pouco se sabe sobre os Wari porque nenhum registro escrito permanece, embora milhares de sítios arqueológicos revelem muito sobre suas vidas.

4. Crianças ajudaram a construir o misterioso geoglifo de alce de 6.000 anos na Rússia

Uma pesquisa recente revelou que um enorme geoglifo de um alce nos Montes Urais, na Rússia, está entre os exemplos mais antigos de land art no mundo, datando de cerca de 6.000 anos.

O alce mede aproximadamente 275 metros (900 pés) de comprimento (em seu ponto mais longo) e era formado por valas de 30 centímetros (12 polegadas) de profundidade e entre 4,5 metros (15 pés) e 10 metros (32 pés) de largura. As valas foram cavadas e preenchidas com pedras, com pedras maiores geralmente colocadas ao longo das bordas e pedras menores usadas para preencher o meio.

Os cascos dos alces foram preenchidos com uma mistura de argila e pedras trituradas. Uma análise das ferramentas de pedra encontradas no local revelou um estilo de redução lítica que corresponde ao período entre 3.000 e 4.000 aC.

Talvez uma das descobertas mais interessantes a emergir de trabalhos de escavação recentes no local, é que um exame de mais de 150 ferramentas encontradas em torno do geoglifo sugere que crianças estiveram envolvidas em sua construção, assim como adultos.

“Mas não era um tipo de trabalho escravo de crianças”, disse Stanislav Grigoryev, pesquisador sênior do Instituto de História e Arqueologia de Chelyabinsk. “Eles se envolveram para compartilhar valores comuns, para unir algo importante para todas as pessoas.”

3. Círculos de pedra gigantes no quebra-cabeças dos arqueólogos do Oriente Médio

Enormes círculos de pedra no Oriente Médio foram fotografados do ar, mas os pesquisadores permanecem intrigados sobre por que eles existem e quem os fez. Onze grandes círculos pontilham a paisagem da Jordânia e da Síria.

Eles datam de pelo menos 2.000 anos, mas podem até ser pré-históricos, criados em uma época anterior à invenção da escrita. Os geoglifos são muito grandes, alguns deles com aproximadamente 1.300 pés de diâmetro, e são compostos de paredes curtas de pedra construídas com rochas locais. Os pesquisadores dizem que os círculos teriam requerido algum planejamento, já que muitos dos círculos são muito precisos.

Era provável que houvesse algum tipo de “arquiteto” para chefiar cada projeto. Os pesquisadores questionam se os círculos foram usados ​​para manter rebanhos de animais, ou podem ter sido áreas de sepultamento, mas até agora nenhum vestígio contemporâneo - ou qualquer uso prático óbvio - foi recuperado ou recolhido dos locais.

Milhares de outras estruturas antigas foram encontradas em todo o Oriente Médio, como rodas, paredes, pendentes (linhas de e para os túmulos) e pipas (paredes de pedra usadas para levar animais para áreas de abate).

Much like the enigmatic Nasca lines of Peru – giant geoglyphs half a world away from Jordan – the intentions of the builders, and the purpose of the designs remain, for now, a very baffling mystery.

2. The unknown origins of the incredible Sajama Lines of Bolivia

In Western Bolivia, thousands and thousands of perfectly straight paths are etched into the ground, creating an amazing sight. These lines were carved into the ground over a period of 3,000 years by indigenous people living near the volcano Sajama.

It is unknown exactly when or why they were constructed, and it is hard to imagine how the construction of something of such magnitude could pre-date modern technology. The Sajama lines cover an area of approximately 22,525 square kilometers, or 8,700 square miles.

They are perfectly straight lines, formed into a web or network. Each individual line is 1-3 meters, or 3-10 feet wide. The longest lines measure 20 kilometers, or 12 miles in length. The creation of these lines without the aid of modern technology is a marvel.

They were etched into the ground by scraping vegetation to the side, and scouring away dark surface material consisting of soil and oxidized rock, to reveal a light subsurface. The precision of the Sajama lines is remarkable.

While many of these sacred lines extend as far as ten or twenty kilometers (and perhaps further), they all seem to maintain a remarkable straightness despite rugged topography and natural obstacles.

Some believe that the indigenous people used the lines as a navigational tool during sacred pilgrimages. Wak’as (shrines), chullpas (burial towers) and hamlets are interspersed among the lines, creating a cultural landscape.

1. The mysterious prehistoric geoglyph of the Paracas Candelabra

The Paracas Candelabra is a prehistoric geoglyph found in the Paracas Peninsula at Pisco Bay, Peru. With a large, branchlike appearance, the purpose and meaning of the Candelabra remains unknown. The Paracas Candelabra is estimated to be approximately 595 – 800 feet tall and can be seen from as far as 12 miles out at sea.

The geoglyph was created by cutting two feet deep into the hardened soil, with rocks placed around the figure. The shape of the geoglyph is mysterious and somewhat difficult to describe. Some have likened it to a cactus plant, while others believe it looks more like a three-branched candlestick, hence the name “candelabra.”

The meaning and purpose of the Paracas Candelabra are unknown to this day. The Conquistadors supposedly believed the geoglyph represents the Holy Trinity, and took it as a good omen and a sign that they should proceed with their quest to conquer and Christianize the locals, although no clear historical records authenticate this assertion.

Some believe the Paracas Candelabra is a representation of a hallucinogenic plant called Jimson weed, while others have suggested that the geoglyph represents a lightning rod of the god Viracocha, who was the great creator god in the pre-Inca and Inca mythology in the Andes region of South America.

The true meaning and purpose of the Paracas Candelabra remain elusive to this day, and may be forever lost to history. Nevertheless, the enormous geoglyph continues to attract people from all over the world who marvel at its sheer size and wonder about its origin and creation.


Mysterious Images in the Desert

The Nazca Lines are on a plateau on the pampa and are some 250 miles (80 kilometers) south of Lima the capital of Peru. A press release from IBM Research describes the manmade phenomena as “shapes of varying complexity – from simple geometric shapes and plants to zoomorphic designs of animals — some several hundreds of meters in length, etched into the terrain”.

The lines date from anywhere between 500 BC to 500 AD and they were created by pre-Incan people. They were possibly used as solar calendars or more likely for ceremonial purposes and many can be considered to be ritual art.

Asahi.com reports that “until now, it was thought that 80 or so geoglyphs exist”. However, the team from Yamagata University used drones and 3D data to identify up to 143 new geoglyphs. According to a press release by Yamagata University , ‘these geoglyphs depicted people and many different animals (including birds, monkeys, fish, snakes, foxes, felines, and camelids). One of the new images “shows a two-headed snake that appears to be devouring two people”.

Two-headed snake geoglyph, approximately 98 feet (30 meters) long. ( Yamagata University )


Thread: Cerro de Oro Peru

Legends of treasure abound throughout South America none so more than in Peru.

South of Lima in the desert just outside of Cañete, Peru there is a mountain called Cerro de Oro (Gold Hill). It is so named for the gold mine, which is still occasionally worked, though not commercially. Around the top, there are also some ruins of an ancient graveyard and skeletal human remains as far as you can see for yourself. They are not Inca but of the Warri people

They populated mid-southern coastal Peru from around 500 to 1000 AD which means these remains are likely over a thousand years old.


Ever since that time, grave robbers have looted the mountain, stealing the valuables from the graves and tossing the remains aside, leaving them scattered across the top of the mountain like some ancient battlefeild. Since the area is so dry, most of the bone fragments and pottery remain intact there some are even partially mummified bodies in cold dry air. To most of us it may seen sacrilegious that such sites we desecrated but to many average other than the elite of Peru it there is an indifference. Many locals through poverty saw whatever pottery or artifact as chance to put food on the table. This had and is being still done with many families working the old burial sites for generations.

The Peruvian government has cracked down on illegal artifact market. But corruption is rife and artifacts still filter into the foreign markets.The demand might of declined in the west but is rising economies such as Asia the demand for such artifacts are increasing pushing prices of such objects back up.

For any treasure hunter daring to risk prosectution or jail there is also an ethical delemia. Do we deem these sites off limits regardless they will be plundered anyway? Or create a market or a system like the UK potable antiquities scheme where the finder is rewarded for such finds by a independent panel at market value? Thus giving government and archeologists first chance at such artifacts?

Questions should be asked is an Archeologist more morally acceptable in digging up such artifacts or the urban region poor? The graves regardless are be subjected sacrilegious practices of desecration regardless . Weather its in a museum or some ones private collection via black market contraband?

Some sites indeed should be protected for all humanity as it is a glimpse into our common past. However some lesser sites others should be given the local population a choice in the fate of such sites.. It is all too easy for us to make ethical decision of behalf of the people whose ancestors it is. To me the fate of their ancestors remains and artifacts should be decided by the wishes of its descendants.

One final interesting question how would you feel seeing your ancestors or local cemetery dug up either for scientific purposes or by unethical greed?

Old Crow again brings us another treasure to seek.
The archaeologists have no special considerations in my book…….the question regards desecrating graves or not……..it matters not to me if they are 1 year old or 1000 years old………leave the dead alone. Grave robbers are grave robbers regardless of what they call themselves or whatever "higher" motives they claim.
There are plenty of treasures and precious metals to be found in other areas.
This crap about the poor people needing to grave rob is sh*t also……..it may be easier for them, but it is not necessary.

The question for me is the source of the gold originally………that is the treasure worth seeking. And I agree that Peru has many treasure legends, history and precious metal resources waiting to be (re)discovered……..

There is much more to this story and the Nazca lines certainly raise questions about the state of technology of earlier times.

Ancient rock lines created by enigmatic Paracas culture predate Nazca geoglyphs - See more at: Ancient rock lines created by enigmatic Paracas culture predate Nazca geoglyphs | Ancient Origins

A new study published in the journal Proceedings of the National Academy of Sciences, has revealed the discovery of a complex set of geoglyphs constructed by the mysterious Paracas people of Peru. The architectural features, which date back 2,300 years, have been found to be aligned to the sunset during the winter solstice, and are believed to have been created to mark ceremonial mounds and residential sites, according to a new report in Live Science.
The Paracas culture was among the earliest settled civilisations of the Chincha Valley, located 200 kilometres south of Lima, one of the largest and most productive regions of southern coastal Peru. The Paracas civilisation arose around 800 BC, predating the Nazca, which came about in around 100 BC. While the Nazca are famous for their incredible geoglyphs etched into the landscape over an incredible 450 square kilometres, the Paracas are well-known for the large collection of skulls, which showed that at least some of their population had significantly elongated skulls, as depicted in the artistic representation above.

The famous Nazca lines, which date from 200 BC to 500 AD. Photo source: Wikimedia
According to Charles Stanish, the director of the Cotsen Institute of Archaeology at the University of California, the newly discovered lines and mounds in the Peruvian landscape date back to around 300 BC, making them even older than the Nazca lines. In total, Stanish and his team found 71 geoglyph lines or segments, 353 rock cairns, rocks forming circles or rectangles, two U-shaped mounds, and one point at which a series of lines converged in a circle of rays.
Two rock lines that mark the June solstice - Peru
A view of two rock lines that mark the June solstice. Credit: Charles Stanish
Many of the archaeological features were found to have astronomical alignments. For example, some lines marked the spot where the sun would have set during the June solstice, and the two U-shaped mounds and a larger platform mound also aligned to the solstice. The researchers have suggested that the lines and mounds probably served as a way to mark time during festivals. "I don't think people needed the signposts, but it was more kind of a ritualized thing," said Stanish. He added that the lines may have also been used to attract tradespeople and buyers from the coast and the Andes highlands.
Markers placed along one of the Paracas lines
Markers placed along one of the Paracas lines the day before the June solstice in 2013. Credit: Charles Stanish
While many of the lines have astronomical alignments, some others point to special places in the landscape, like some of the ancient pyramids in the region. The research team therefore hypothesises that the lines served diverse purposes – some appear to mark time, others may attract participants to attend social events, and yet others point the way to sacred structures.
"The lines are effectively a social technology," Stanish said. "They're using it for certain purposes. Some people have said the lines point out sacred mountains. Claro, por que não? The lines [might] point out sacred pyramids. Why not? The lines could [also] be used to point out processions," Stanish said of both the Nazca and Peru lines.
The study authors have said that the study is significant because it shed new light on the enigmatic ancient culture of the Paracas. “Social units, labour, and astronomically significant periods mesh, attracting participants to cyclical events in the midvalley zone. This case study refines our understanding of the processes of human social evolution prior to the development of archaic states.”
- See more at: Ancient rock lines created by enigmatic Paracas culture predate Nazca geoglyphs | Ancient Origins


Abzu2

by Michelle Walling, CHLC
Staff writer, In5D.com

Wayshowers, Starseeds, and Lightworkers, please read this information about the frequencies that have been rapidly accelerating on the planet. Can you feel it? While the world seems to be topsy-turvy and in a chaotic state, behind the scenes a beautiful cleansing is occurring.

I have received and internal call to move my main focus from shedding light on the Reptilian/Draco/Grey agenda to resuming my energy work. I have mentioned in several of my radio shows on The Cosmic Awakening Show about how I consider myself an antennae for the energies coming from the Great Central Sun. These energies are coming to the planet from Source and the astrological alignment of our times allows for them to reach us in order to help raise the vibrational frequency. If you have been following articles on In5d and How To Exit The Matrix, you know that the frequency shift we are experiencing is how we will all exit the false light matrix that has been imposed upon us.

Many of us are here to ground these energies into the planet. To do this, we can focus on opening up our crown chakra to allow the energy to come down through our body and down into the planet. Imagining these energies infiltrating the planetary grids along with the collective human consciousness has been a part of my work here. I have been told that just my work alone has made a considerable difference in our planetary timeline, where it has accelerated our shift forward by fifteen years. Imagine what one person’s efforts multiplied could do! I would think that it would quickly merge into the NOW moment.

I have felt like I have been in a “holding” pattern for about six months, which has allowed for us to do some final clearing. Clearing makes the space for more of this energy to be anchored. Time has been speeding by, but on the other hand, it feels like it is taking forever to see the changes in our reality. However, recently I have noticed that manifestation of thoughts has been exponentially increased where ESP, precognition, and dreams that manifest into our reality have shown me that we are indeed making a difference toward our intention of raising the planet’s frequency.

As a spirit having a human experience, I still ask for validation along my path in order to know that I am doing the highest and best practices for humanity. When I received the guidance to begin working on the energies again, I watched the following video from Bill Ballard the very next day. He gave me my confirmation in the first five minutes of the video. He also explained how fast the energy layers are building upon each other in octaves:

Easter of 2015, we had a frequency increase coming in- a new note. Better yet, we have had three full notes this month causing three full dramatic increases in frequency. He says now we have seven full notes and five half notes in every octave. Bill pointed out that from 1992 to 2010 we would get a frequency upgrade every 18 months or so, and then since 2010 we got them every several months until 2012. After the 11-11-11- doorway and the December 2012 shift in frequency, there began an exponential increase unlike anything we have felt before.

I can hear these energies in my head, so I can verify that what he is saying is true. When I heard Bill say- “I consider myself a walking antennae- I hear the energies, receive the energies, and I send them back out”, I was so happy that someone else was reiterating this. I share this with you because I am told that this is what we can focus on now for the planet and humanity, and if we do this in groups it will be exponentially magnified.

I will be heading out on my West Coast tour in June, which is a few months later than I had planned but I’m sure there is a good reason for this. I will be placing orgonite along the way as my way of anchoring these energies to the planet. The orgonite will be programmed as its own little receiver with my energy, serving as a replica antennae.

I hope to meet with like-minded individuals in small groups so that we can to focus on anchoring the energies to the planet to help birth this shift in consciousness. These will be informal, impromptu gatherings and if you would like to join in- please follow the Cosmic Awakening Show Facebook page to be notified of the meetups. The East Coast tour will commence this fall. There will be no charge to attend the event but donations will be greatly appreciated, as I am ironically going to have to use a lot of fuel along the way as I pull my little home on wheels across the U.S. on my magical journey.

You can also sponsor your own gatherings in your hometown. If you do not have enough people locally to create a small group, you could do a Google hangout or Skype your friends as the internet has made virtual group gatherings possible these days. Please consider taking this energy work around the world as we light up every part of the planet. I will be posting videos on my YouTube channels (Michelle Walling and The Cosmic Awakening Show) that go into further details along my journey, and these can serve as guides to how to anchor the energies in a group setting. However, innately everyone who is drawn to do this work knows deep inside how to do this and there are no set rules or rituals that must be followed.

If you are practicing this energy work, be sure to give yourself plenty of rest and drink plenty of pure water. Listen to your body’s nutritional needs without judgment of what other people say you should or should not eat. While some people may prefer to be vegetarian, other may still prefer to eat meat or other higher vibrating animals such as chicken and fish. Each person’s needs will be completely different because we are all in different stages of ascension as well as carry different DNA codes from various star families. Some people will realize trends and patterns in what their body refers as they change with the vibration. Many people are innately vibrating so fast that they must eat grounding foods such as meat and potatoes just to balance their vibrations out while still being able to ground an immense amount of energy into the planet.

Our bodies can only take so much energy in at once, and we have guides that make sure that we do not blow our circuits. We also have to ground this electrical circuit by doing things that keep us grounded to the planet. Like earthing, laughing, and playing. When we ground to earth, we also are grounding to the Universe as well! Imagine isso!

The recent earthquakes in Michigan and Mississippi are further indications that an energetic change is occurring. If your body is integrating these energies like Gaia’s body is, be sure to take time for yourself for pampering. Pay attention to all of the clues in your life as to where any last remnants of stuck energy may be. Recurring patterns and synchronicities are clues that can serve as a gift, even if the circumstances are difficult. Illness, flu like symptoms, vomiting, and diarrhea can also be indications of your body indicating the problem and clearing itself. Use your discernment as to whether these require professional medical care to treat your symptoms or if you can ride it out and treat them through herbal and naturopathic ways.

For those who are riding the wave without these ascension symptom issues, congratulations for doing your work ahead of time. Thank you for being the wayshowers. The “work” included clearing the energy field so that they could become a clear channel for the higher level energies, and then consciously integrating and sharing these energies. We have spoken of this work for years now, and now is the time that the work is indeed paying off.

What we do as Starseeds, Wayshowers, and Lightworkers on the planet at this time is affecting all of humanity as well as the whole Universe. We could not have done this all at once because it would have short circuited out bodies, but on the other hand we have reached a majority of enough people to hold the frequencies to where we have reached an acceleration period. Everything is happening as it should, and we would not be receiving this increase if we could not handle it. If you are drawn to this subject of energy work, now is the time to focus your energy on integration and sharing. Without you, the energies would be beamed to the planet with no way to connect them to humanity. Thank all of you who have joined me in sharing my journey, and I look forward to seeing you out on the road!


Ten Amazing and Mysterious Geoglyphs from the Ancient World

The most well-known geoglyphs in the world are undoubtedly the Nazca Lines of coastal Peru. Yet, scattered across the globe are thousands of other geoglyphs that are equally as impressive. The earth carvings remain one of archaeology&rsquos greatest mysteries. Despite a plethora of research on these amazing creations, the purpose of geoglyphs continues to elude researchers and remains a matter of conjecture. Some scientists believe they are linked to the heavens, representing constellations in the night sky. Other experts believe that the lines played a role in pilgrimage, with one walking across them to reach a sacred place. Yet another idea is that the lines are connected with water, something vital to life yet hard to get in the desert. Here we examine ten alluring geoglyphs from across the planet.

Located in the arid Peruvian coastal plain, some 400 km south of Lima, the geoglyphs of Nazca cover an incredible 450 km2. They are among archaeology’s greatest enigmas because of their quantity, nature, size and continuity. The geoglyphs depict living creatures, stylized plants and imaginary beings, as well as geometric figures several kilometres long. The startling feature of the Nazca geoglyphs is that they can only really be appreciated from the air, raising questions about how and why they were created. The Nazca lines number in their thousands and the vast majority of them date from 200 BC to 500 AD, to a time when a people referred to as the Nazca inhabited the region. The earliest lines, created with piled up stones, date as far back as 500 BC. Although the lines can in fact be seen from the ground, there is nothing remotely exciting about seeing them from this perspective. However, from the air, their true beauty and the wonders of their creation can be realised. Despite a plethora of research on these amazing creations, the purpose of the lines continues to elude researchers and remains a matter of conjecture. Some scientists believe they are linked to the heavens with some representing constellations in the night sky. However, research has found that there are just as many lines not related to constellations as those that are, meaning that this theory cannot provide a complete explanation. Other experts believe that the lines played a role in pilgrimage, with one walking across them to reach a sacred place such as Cahuachi and its adobe pyramids. Yet another idea is that the lines are connected with water, something vital to life yet hard to get in the desert, and may have played a part in water-based rituals. However, the fact the lines have remained enigmatic have promoted alternative theorists to float ideas about extraterrestrial communication or &lsquomessages to the gods&rsquo.

The geoglyphs of the Atacama Desert in South America are less familiar than the world-renowned Nazca lines, yet they are far more numerous in number, more varied in style, and cover a much larger area. One of the most intriguing and controversial of the Atacama desert geoglyphs is the so-called Atacama Giant, which continues to stir debate regarding its true meaning and interpretation. The Atacama Giant is an anthropomorphic geoglyph measuring 119 metres in height, making it the largest known geoglyph in the world. It is characterized by a square head and highly stylized long legs. Four lines can be seen coming out from the top of the giant&rsquos head, as well as on each side of its head. There has been no shortage of explanations and theories to account for the strange features of this enormous geoglyph. According to one interpretation, it was a sort of astronomical calendar that indicated the movement of the moon. With this knowledge, it is said that the day, the crop cycle, and the seasons could be calculated. Another interpretation maintains that the Atacama Giant represents a deity worshipped by the local population. Other theories suggest extra-terrestrial visitations, marking of a pilgrimage route, or that it reflects an ancient type of language. Although the function of the geoglyphs of the Atacama Desert still remain a mystery, it is undeniable that they held great importance to the people who lived in the region. It is hoped that the geoglyphs will be preserved for future generations, and that further research may one day uncover their secrets.

Archaeologists are calling them the Nazca lines of Kazakhstan &ndash more than 50 giant geoglyphs formed with earthen mounds and timber found stretched across the landscape in northern Kazakhstan. They are designed in a variety of geometric shapes, including crosses, squares, rings, and even a swastika, an ancient symbol that has been in use for at least 12,000 years. The geoglyphs, which are very difficult to see on the ground, were first spotted on Google Earth. Since then, a team of archaeologists from Kazakhstan and Lithuania, have investigated the giant structures using aerial photography and ground-penetrating radar. Their results revealed a wide variety of shapes ranging from 90 to 400 metres in diameter, mostly made of earthen mounds, but one &ndash the swastika &ndash was made using timber. Researchers have not yet dated the structures but their characteristics suggest they are around 2,000 years old. “As of today, we can say only one thing &mdash the geoglyphs were built by ancient people. By whom and for what purpose, remains a mystery,” said archaeologists Irina Shevnina and Andrew Logvin, of Kostanay University, in an email to Live Science.

A recent study published in the journal Proceedings of the National Academy of Sciences, revealed the discovery of a complex set of geoglyphs constructed by the mysterious Paracas people of Peru. The archaeological features, which date back 2,300 years, were found to be aligned to the sunset during the winter solstice, and are believed to have been created to mark ceremonial mounds and residential sites. Charles Stanish, the director of the Cotsen Institute of Archaeology at the University of California, and his team, found 71 geoglyph lines or segments, 353 rock cairns, rocks forming circles or rectangles, two U-shaped mounds, and one point at which a series of lines converged in a circle of rays. Many of the archaeological features were found to have astronomical alignments, others point to special places in the landscape, like some of the ancient pyramids in the region. The research team hypothesised that the lines served diverse purposes &ndash some appear to have marked time, others may have attracted participants to attend important events, and yet others could have pointed the way to sacred structures.

Stretching from Syria to Saudi Arabia, thousands of ancient geoglyphs built from stone stretch across the desert plains. Known as the &ldquoworks of old men&rdquo, some display a kite-like structure while others have wheel-like designs. Similar to the Nazca Lines of Peru, they come in a wide variety of shapes and sizes, with much diversity between structures. The geoglyphs are virtually invisible to those on the ground, but can be easily discerned by those flying overhead. The local Bedouins refer to them as the &ldquoworks of old men&rdquo but have been unable to provide further insights into their creators.

Some of the circular structures contain two spokes that form a bar pointing in the same direction in which the sun rises and sets, while others contain spokes that do not appear to have any astrological meaning. It is believed that one type of structure, referred to as a &ldquokite&rdquo, was actually used as part of a system for hunting. The long stone walls form a wide open area, which then funnels into a smaller, enclosed area. Wild animals would funnel from the larger area through the neck into the narrow area which was called the &ldquokilling floor.&rdquo This would make it easier to hunt wild animals, as their movement would be constricted once they reached the killing floor. There are an estimated 2000 kite structures across the deserts of Syria, Jordan, Southern Israel and Saudi Arabia illustrating that this hunting method must have been widely used.

Archaeologists recently carrying out excavations in Arequipa in southern Peru were surprised to find a large geoglyph which resembles the famous Nazca lines. The massive geoglyph is the first of its kind discovered in the region. It has been linked to the pre-Inca Wari culture (1200-1300 AD), although it is not clear how the researchers reached this conclusion. The geoglyph, which measures 60 metres by 40 metres, consists of a large rectangular image with geometric shapes and lines within it. If indeed the newly-discovered geoglyph was created by the Wari people, the finding may serve to shed new light on their cultural practices, which could have been influenced by the Nazca people. The Wari (Spanish: Huari) civilization flourished from about 600 AD in the Andean highlands and forged a complex society widely regarded today as ancient Peru&rsquos first empire. Their Andean capital, Huari, became one of the world’s great cities of the time. Relatively little is known about the Wari because no written record remains, although thousands of archaeological sites reveal much about their lives.

Recent research revealed that an enormous geoglyph of a moose in the Ural Mountains, Russia, is among the oldest examples of land art in the world, dating back some 6,000 years. The moose measures approximately 275 meters (900 feet) in length (at its longest point), and was formed by ditches 30 centimeters (12 inches) deep and between 4.5 meters (15 feet) and 10 meters (32 feet) wide. The ditches were dug out and then filled with stones, with larger stones usually placed along the edges and smaller stones used to fill in the middle. The hooves of the moose were filled in with a mixture of clay and crushed stones. An analysis of stone tools found at the site revealed a style of lithic reduction that corresponds to the period between 3,000 and 4,000 BC. Perhaps one of the most interesting discoveries to emerge from recent excavation work at the site, is that an examination of more than 150 tools found around the geoglyph suggests that children were involved in its construction, as well as adults. &ldquoBut it was not a kind of slave labour of children,&rdquo said Stanislav Grigoryev, a senior researcher from the Chelyabinsk History and Archaeology Institute. &ldquoThey were involved to share common values, to join something important to all the people.&rdquo

Huge stone circles in the Middle East have been imaged from the air, but researchers remain puzzled as to why they exist, and who made them. Eleven big circles dot the landscape across Jordan and Syria. They date back at least 2,000 years, but may even be pre-historic, created in a time before the invention of writing. The geoglyphs are very large, some of them approximately 1,300 feet in diameter, and are composed of short, stone walls built from local rocks. Researchers say the circles would have required some planning, as many of the circles are very precise. It was likely there was some sort of &ldquoarchitect&rdquo to head up each project. Researchers question whether the circles were used to maintain animal herds, or may have been areas of burial, but so far no contemporary remains &ndash or any obvious practical uses &ndash have been recovered or gleaned from the sites. Thousands of other ancient structures have been found across the Middle East, such as wheels, walls, pendants (lines to and from burial cairns) and kites (stone walls used to drive animals into kill areas). Much like the enigmatic Nasca lines of Peru – giant geoglyphs half a world away from Jordan – the intentions of the builders, and the purpose of the designs remain, for now, a very baffling mystery.

In Western Bolivia, thousands and thousands of perfectly straight paths are etched into the ground, creating an amazing sight. These lines were carved into the ground over a period of 3,000 years by indigenous people living near the volcano Sajama. It is unknown exactly when or why they were constructed, and it is hard to imagine how the construction of something of such magnitude could pre-date modern technology. The Sajama lines cover an area of approximately 22,525 square kilometers, or 8,700 square miles. They are perfectly straight lines, formed into a web or network. Each individual line is 1-3 meters, or 3-10 feet wide. The longest lines measure 20 kilometers, or 12 miles in length. The creation of these lines without the aid of modern technology is a marvel. They were etched into the ground by scraping vegetation to the side, and scouring away dark surface material consisting of soil and oxidized rock, to reveal a light subsurface. The precision of the Sajama lines is remarkable. While many of these sacred lines extend as far as ten or twenty kilometers (and perhaps further), they all seem to maintain a remarkable straightness despite rugged topography and natural obstacles. Some believe that the indigenous people used the lines as a navigational tool during sacred pilgrimages. Wak’as (shrines), chullpas (burial towers) and hamlets are interspersed among the lines, creating a cultural landscape.

The Paracas Candelabra is a prehistoric geoglyph found in the Paracas Peninsula at Pisco Bay, Peru. With a large, branchlike appearance, the purpose and meaning of the Candelabra remains unknown. The Paracas Candelabra is estimated to be approximately 595 &ndash 800 feet tall and can be seen from as far as 12 miles out at sea. The geoglyph was created by cutting two feet deep into the hardened soil, with rocks placed around the figure. The shape of the geoglyph is mysterious and somewhat difficult to describe. Some have likened it to a cactus plant, while others believe it looks more like a three-branched candlestick, hence the name &ldquocandelabra.&rdquo The meaning and purpose of the Paracas Candelabra are unknown to this day. The Conquistadors supposedly believed the geoglyph represents the Holy Trinity, and took it as a good omen and a sign that they should proceed with their quest to conquer and Christianize the locals, although no clear historical records authenticate this assertion. Some believe the Paracas Candelabra is a representation of a hallucinogenic plant called Jimson weed, while others have suggested that the geoglyph represents a lightning rod of the god Viracocha, who was the great creator god in the pre-Inca and Inca mythology in the Andes region of South America. The true meaning and purpose of the Paracas Candelabra remain elusive to this day, and may be forever lost to history. Nevertheless, the enormous geoglyph continues to attract people from all over the world who marvel at its sheer size and wonder about its origin and creation.


Assista o vídeo: Die Nazca Linien und die Transamericana in Peru


Comentários:

  1. Vicq

    Que ele projeta?

  2. Rainan

    Eu acho que cometo erros. Vamos tentar discutir isso. Escreva para mim em PM.

  3. Fausto

    O assunto incomparável, me agrada :)

  4. Zulkihn

    O principal ao postar essas informações é não esquecer que ela pode prejudicar algumas personalidades inadequadas



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